quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A TURQUIA NÃO É MAIS UM ALIADO CONFIÁVEL'

É muito importante para todas decisões políticas reconhecer, que a mudança é a única característica permanente da condição humana. A presença de um país muçulmano na esfera ocidental, não é garantia de que ela permanecerá lá no futuro. Na sua adesão a UE, o que mais se discutiu foi a sua lealdade em situação de conflito. Com a ascenção do Irã em todo o Oriente, Ancara sentiu-se seduzida por os mullahs de Teerã e seu projeto atômico. O que se mais temia, quando de sua adesão a UE, agora nos sobreveio, a sua traição. Ancara nunca teve nenhum afeto com a UE, o que os turcos queriam era minar as suas bases através da islamização do Continente Europeu, agora vamos ver como vai ficar a OTAN e seu game. Quanto ao premiê israelense, ele tem razão. Quando do treinamento de rotina anual entre OTAN, USAF e IDF, em território turco, Ancara inesperadamente proibiu as IDF de realizar treinamento conjunto, foi quando tudo foi suspenso pela USAF, esta reação acordou a OTAN, em relação até então, um de seus aliados e provocou medidas de atenção a Ancara. Isto não acontece assim e fica sem resposta. Embora os diplomatas colocaram gelo na situação, mas a sua simpatia por Teerã é evidente e está comprovada, através recentemente do navio mercante Francop interceptado pela IDF naval , carregado de armamentos que seria para suprir o Hesbollah, no Líbano, Síria e Hamas na Faixa de Gaza. Agora vamos aprender com esta lição. Enquanto a Turquia não tiver sua decepção com o Irã, ela vai continuar seduzida pelos mullahs de Teerã, agora temos que nos preparar para o dia em que Ancara vai voltar e pedir para se alinhar com os países do ocidente novamente. Temos que ter esta resposta, por enquanto vamos ver como reage a Obama's políticas, que não vai nada bem, e seus resultados nada animadores.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

OBAMA'S POLÍTICAS: TUDO POR DINHEIRO, MESMO QUE CUSTE NOSSAS ALMAS.
















Não nos acostumamos ainda com esta Obama's políticas, onde o certo virou errado, onde não sabemos mais quem é direita ou esquerda, republicano, democrata ou mullah? Os então aliados, agora são tropeços que impedem Obama's políticas juntar a Nova Ordem Mundial. Enquanto as tropas americanas combatem heroicamente no Afeganistão e Paquistão, vemos um Husseim Obama debilitado, perdido no seu dever de casa, sua política econômica mal resolvida. Não consegue levantar moral da América, e porquê elevar o contingente das tropas no Afeganistão? Em reunião com Benjamin Netanyahu à portas fechadas, onde o conteúdo da conversa não pode se falar a imprensa, e detalhe, o premiê israelense saiu pelas porta do fundo da Casa Branca. Na visita a Tóquio muito modesta, nem parecia o presidente da imponente América visitando o Imperador. Bem, aí começou a visita a China, discursou totalmente fora do contexto, foi censurado e a opinião pública chinesa entendeu fraqueza da Obama's políticas em querer novo parceiro econômico, detalhe, crescimento econômico da China de 7% para este ano, enquanto a América -0.5 negativos, falou que vai apresentar o novo plano para o Afeganistão. Pasmem, agora depois de 11 meses de governo, ele não tem um plano ainda para contrapor a Alcaida!! E as 42 ogivas atômicas no Paquistão, motivo destes ataque terroristas ultimamente, será que ele têm conhecimento?? Em Riad, pareceu bem claro se curvar ao rei Abdullah, excedeu nos cumprimentos, mas em Londres diante de sua Majestade, mostrou estar fora de sintonia com os históricos aliados da América. Em Washington sua aprovação cai dia após dia, já está na casa dos 50%, e a decepção com esta reforma na saúde é provável. Promessa de campanha, uma aproximação de Washington em suas relações com America Latina. Nada feito até agora, estamos vendo um Obama's políticas ainda mais distante. Enquanto isto o Irã se aproxima cada vez mais e seduz os paises Sul-americanos com seus investimentos, é claro, Hesbollah e Hamas na bagagem, faz parte do acordo. Em novembro de 2008, o Ministro das Relações Exteriores brasileiro Celso Amorim disse que o Brasil considera o desenvolvimento de relações com o Irã uma prioridade da politica externa. Em seguida o Ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki disse: “O Irã considera a America Latina uma prioridade na sua politica externa e o Brasil ocupa uma posiçao especial dentro dela,” A verdade é que entre 2002 e 2007, o volume do comércio Irã-Brasil quadruplicou para $2 bilhões. A sedução dos mullahs não tem limite, e o presidente do Brasil Luis Inacio Lula da Silva anunciou publicamente seu apoio ao programa nuclear iraniano em setembro de 2007. Em março de 2009, o comandante das forças americanas na America Latina, James Stavridis, falou sobre o crescimento das atividades iranianas e do Hesbollah em toda a regiao: “Vemos uma grande atividade do Hesbollah na America do Sul, em especial. A triplice fronteira do Brasil provoca uma preocupação especial, tanto como no Brasil, no Paraguai e na Argentina, assim como na América Latina. Mas nada disto parece sensibilizar a Obama's políticas que continua firme em seu propósito arrogante de ignorar a América Latina e seus aliados.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O QUE O MUNDO NÃO CONSEGUE VER

O presidente Obama ganhou o Prêmio Nobel da Paz, um fiasco porque todo mundo sabe muito bem das suas guerras, Iraque, Afeganistão em andamento. E nada que se prometeu até agora tem sido cumprido. Guantânamo continua lá a tirar o sono de muita gente, e isto a Anistia Internacional não tem visto. As tropas no Iraque até janeiro como o prometido, estão muito longe de deixar aquele pais. A recuperação da economia americana é a prova do amadorismo insolente, até pareçe que estão seguindo a cartilha de Hugo Chaves em Wall Street, porque estatizaram tudo. Tudo para por em prática a Nova Ordem Mundial, onde o Estado é o detentor e mentor de tudo. Mas e a tal Paz onde fica? A ONU diz que é graças a ele tentar diminuir o armamento atômico no Mundo. Mas o que estamos acompanhando ultimamente é o inverso disto, a exemplo do Irã agora. E a Coréia do Norte que já há muito tempo, se deleita com os presentinhos do ocidente, que está refém do seu ditador. Todo mundo lembra daquele episódio das jornalistas reféns, que então Bill Clinton teve que ir lá levar algumas guloseimas e acariciar o ego do ditador Kim Jong. Bem, o que temos visto é uma escalada mundial em busca de se armar e defender-se de um inimigo invisivel. Em alguns momentos, olhando os diplomatas em seus desafios, até parece estarmos vivendo na antiga Guerra Fria. Aqui na América Latina, a exemplo disto temos visto todos os países na sua busca armamentista: Chile, Colômbia, Equador, Venezuela, Brasil, até o Paraguai, que cedeu território para estalação de 2 Bases Americanas. Como disse, o General James Jones, assessor de segurança nacional de Barack Obama: "Nossa preocupação é com a Tríplice Fronteira." Se referindo a divisa Brasil, Argentina e Paraguai. O Brasil preocupado com a superioridade dos armamentos adquiridos pelos seus vizinhos, a exemplo da Venezuela, que também tem Amazônia Legal e alertado para o perigo eminente de invasão das istalações de subtração de petróleo do pré-sal, vai modernizar os seus armamentos sucateados e possuir novos caças, navios e submarinos. Dizem que será gasto até 8 bilhões de dólares, segundo o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, sobre a estratégia de defesa nacional. Para o ministro, falta fechar prioridades e considerar a capacidade do país. "O problema do nosso Exército é a fronteira oeste, mas as grandes bases da Força estão no leste. A decisão de política pública está tomada, a Amazônia é a prioridade." As compras estão sendo motivadas fundamentalmente pelos esforços para substituir ou modernizar, para manter a capacidade existente, responder a ameaças predominantemente de segurança interna, fortalecer vínculos com governos fornecedores, aumentar a capacidade da indústria nacional armamentista ou fortalecer a imagem regional ou internacional. Incrível que o que o país gasta com educação anual, não chega nem perto deste montante. Os pesquisadores consideram que não há motivo para alarde: a América do Sul continua sendo a região que menos compra armas no mundo. “Apesar das manchetes chamativas e de certos indícios de uma atitude de concorrência, o certo mesmo é que a América do Sul se encontre em meio a uma corrida armamentista clássica”, destacam. O que nos chama atenção, é que isto ocorre no mundo todo, veja a União Européia com a OTAN e seu escudo anti-missil. Agora que se imaginava que o continente estava unificado em seus objetivos e conquistas o que se vê é o contrário disto. Até não se discutia mais a adesão da Turquia ao bloco-europeu, mas nos últimos dias, depois que a Turquia barrou as IDF de realizarem treinamento junto a IAF, antes disto o presidente Barack Obama fez uma visita a Ancara, onde efetivamente endossou a islamização da política externa turca que passou de membro da OTAN para os braços dos mulás de Teerã. A corrida armamentista é verídica em todos os governos do mundo, pena que a ONU não quer ver o que já é cenário para a industria do armamento. A verdade mesmo é que os funcionários da ONU, tem sido vítimas desta guerra silenciosa. Na Africa, Asia, exemplo disto este atentado no Iraque e Paquistão onde o terrorismo não dá trégua. A verdade é que o arsenal nuclear do Paquistão está em perigo de cair em mãos do Taliban e da Al-Qaeda. Se isso acontecer, a proliferação nuclear islâmica terá entrado numa nova fase, a do terrorismo nuclear poder se tornar uma realidade avassaladora. Enquanto isto o Nobel da Paz, Husseim Barack Obama e suas Obama's políticas são um desastre em ambas as frentes interna e externa, por isto digo que ele bem mereceu o seu Nobel da Paz, de uma ONU que faz jus a sociedade que é: dos 186 países que representa, 4/5 são países não democráticos. Que fizeram deste Nóbel uma charge para uma América débil, que não sabe mais entre o certo e errado, entre o bem e o mal. Que não sabe mais os pricípios que nortearam e levaram a sua criação como Estado livre e Democrático. Afinal, como disse o sábio: "se você quer a paz, então prepare-se para a guerra." Shalom v'shalom a todos! Lembrando que a verdadeira shalom não é a ausência da guerra, mas um estado de espírito que O Santo de Israel realiza em nós, em meio a adversidade.

domingo, 25 de outubro de 2009

ISRAEL CONTINUARÁ A EXERCITAR SEU DIREITO Á AUTODEFESA


Apesar da melhoria significativa na votação desta data (25 a favor, 6 contra e 11 abstenções), quando comparado à primeira eleição do dia 12 de janeiro de 2009 estabelecendo a Missão Goldstone (33 a favor, 1 contra e 13 abstenções), Israel rejeita a solução unilateral adotada hoje em Genebra pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e conclama todos os Estados responsáveis a também rejeitá-la. Israel expressa sua gratidão aos Estados que apoiaram sua posição, e aos Estados que, através de seu voto, expressaram sua oposição a esta resolução injusta que ignora os ataques assassinos perpetrados pelo Hamas e outras organizações terroristas contra civis israelenses. A resolução ignora também as precauções sem precedentes tomadas pelas forças israelenses para evitar atingir civis, além da exploração cínica de civis como escudos humanos por grupos terroristas. A adoção desta resolução pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas prejudica tanto os esforços para proteger os direitos humanos de acordo com as leis internacionais, como o esforço de promover a paz no Oriente Médio. Esta resolução encoraja as organizações terroristas ao redor do mundo e mina a paz global. Israel continuará a exercitar seu direito à autodefesa e a tomar atitudes para proteger as vidas de seus cidadãos. (fonte: Embaixada de Israel)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

RESPOSTA PARA GOLDSTONE

O prefeito da cidade de SDEROT, perguntou para o juiz GOLDSTONE? "Porquê VOCÊ esteve em silêncio por OITO ANOS"? David Buskila, o prefeito de Sderot, enviou uma carta pessoal este fim de semana com o chefe da comissão de inquérito das Nações Unidas sobre a guerra na Faixa de Gaza, o juiz Richard Goldstone. Na carta, Buskila protestaram contra o silêncio da ONU, e o relatório Goldstone, nos anos que antecederam a operação em Gaza. O mundo, a ONU, e Goldstone tiveram oito longos anos, para protestar contra os ataques com foguetes contra a cidade de Sderot e outras cidades no sul de Israel, Buskila disse: "Em vez disso, voçês não fizeram nada, não disseram nada, enquanto o Hamas atacou repetidamente". "O mundo ficou em silêncio, e por isso foram vocês. Você estava silencioso diante da visão dos corpos de nossos filhos, que estavam em silêncio diante de seu medo, você estava em silêncio quando cada um dos 8.000 foguetes Qassam atingiu nossa cidade", Buskila acusando. "Seu silêncio era assustador. Era uma reminiscência do passado", continuou ele. Buskila recordou as vítimas mais jovens dos anos de ataques a Sderot: três anos de idade Afik Ohayon, dois anos, Dorit Enso, e quatro anos, Yuval Abeba. "O sangue das crianças cujas vidas foram cortadas, chamadas de curta duração. "Não há explicação e não há perdão para o sangue de uma criança pequena, cujo em sua curta estadia na terra ainda não tinha aprendido, do ódio e da guerra". David Buskila disse, que está muito preocupado com as crianças em Gaza também. "Estou triste e de luto, para com cada criança palestina que foi morta. O sofrimento dos civis palestinos doem em mim ", disse ele. No entanto, segundo ele, "Israel não é o culpado das dores dos moradores de Gaza ". "Não podemos ignorar os fatos, o sofrimento da cidade de Sderot e seus filhos, e também o sofrimento dos moradores de Gaza, estão nos ombros e na consciência dos líderes do Hamas e os líderes do islamismo fundamentalista", continuou ele, "aqueles que fazem crimes de guerra, que são seu trabalho de vida, e que estão imunes as leis ocidentais, são uns terroristas..."

Fonte: Carta Artigos ONU

sábado, 10 de outubro de 2009

QUEM ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES EM JERUSALÉM

Esta semana, Obama através de seu enviado, condicionou a retomada das negociações para a paz entre Israel e os palestinos. Sobre a condição de proibir, a construção de mais acentamento judeu. E por isso incentivou líder do Fatah, Mahmoud Abbas, para radicalizar ainda mais as suas manifestações em relação a Israel. No encontro passado que tiveram com Obama, Mahmoud Abbas não teve nenhum problema de negociação com os líderes de Israel, sairam até satisfeitos, enquanto Israel seguia construindo casas, escolas e outras estruturas, em Jerusalém, Judéia e Samaria. Mas agora Obama radicalizou, e exige um congelamento de toda essa construção, Mahmoud Abbas seguindo determinação,deixou claro em entrevista ao jornal The Washington Post, que ele não poderia falar com o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, sem o olhar como um traidor. Obama não fez nenhuma exigência equivalente dos palestinos. Ele não falou nada sobre o congelamento da construção ilegal árabe em Jerusalém, ou sobre o desmantelamento do grupo Brigadas de Mártires de Al Aksa terroristas, ou mesmo simplesmente em afastar as exigências palestina, para que Israel liberte condenados terroristas de suas prisões. Ao contrário, ele tem energicamente apoiado a criação de um governo palestino de unidade entre o Fatah eo Hamas. Que o própio Governo Americano através do Departamento de Estado, e CIA, desde 1995, tem os designado como organizações terrorista estrangeira, a que os cidadãos da América, incluindo o Sr. Presidente dos E.U.A., são obrigados por lei, a condenalos pelos seus atos e conduzilos aos tribunais competentes. Desde que Obama assumiu o cargo, exato 10 meses,ele está abandonando os aliados da América, um após o outro, enquanto procuram alcançar a simpatia de adversários da América, um após o outro. Os aliados da América, a partir de Israel, Coréia do Sul, Japão, Polónia, República Checa, Colômbia e até Honduras, não estão acreditando noquê esta acontecendo. Os históricos adversários da América, desde o Irã, a Venezuela, à Coréia do Norte e até a Rússia, que sempre responderam com escárnio e desprezo a política americana, agora ele faz todas as tentativas, aparentemente até obsessivas, no caso do Irã por exemplo, de tentar apaziguá-lo a qualquer preço. Mesmo o desprezo e pouco caso que ele tem evocado dos inimigos da América, não o faz mudar de rumo. É o caso da Coréia do Norte e Irã que tem dado a mínima aos seus ultimatos e continua na obsessão nuclear. O horror a política Obama, tem reflexos nos amigos da América, até chegar ao fato de que suas políticas em todo o mundo já não conseguem realizar uma mudança, no chamado bom tratamento da comunidade internacional a América. O Comitê Olimpico, nas prévias, qual país sediaria as Olimpíadas, demostrou isto, o sentimento mundial anti-americano. Aquele homem, que comparou certa vez, que o Messias nada mais éra que um político, com esta eresia arrancou aplausos e apoio da maioria dos americanos, disse a famosa frase humanista "Yes we can't", sim eu posso! Agora se mostra um populista das massas, que faz o jogo sujo da Onu contra Israel, é contra tudo que se diz: Deus, se mostra um fraco, em que só vive de engano e mentira. E é isto que esta honrraria, Prêmio Nobel, veio agora apontar. O Prêmio Nobel da paz, promove neste exato momento 2 guerras no mundo, sem falar em Guantânamo e outras mazelas mais. Estejamos atentos a tudo isto. "Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão". 1 Ts 5.3. O Armagedom...

A ONU E O FALSO NOBEL DA PAZ






















Se algum marciano quisesse formar uma opinião sobre a Terra através da leitura das resoluções da ONU, suas conclusões seriam inevitáveis: 1 Existe um enorme país, chamado Israel, que se dedica principalmente à tortura e ao massacre de inocentes. 2 A ONU é uma organização cuja principal função é promover o julgamento do Estado de Israel. Alguns números que comprovam essa realidade: de março a junho de 2001, Israel foi condenado cinco vezes pela ONU. No mesmo período, a República Popular da China executou 1.781 pessoas, e não foi condenada nenhuma vez. Até a Líbia do tirano Muammar al-Khadaffi foi eleita para presidir a Comissão de Direitos Humanos da ONU. Se alguém acha que se trata de um escândalo, na verdade não entendeu nada. Usando a definição de Hegel, essa escolha é apenas a 'verdade' da ONU: ela revelou seu caráter, o de uma 'honorável sociedade' em prol dos seus interesses. Os exterminios em Darfur, não a interessam. E quando deu o Nobel da Paz para o terrorista Yasser Arafat será que nimguém acordou? Agora outra vez esta mentira, dar uma honraria desta para este que no momento promove 2 guerras no mundo. Husseim Obama pode até enganar as massas, mas lembra daquele ditado popular aqui do Brasil, 'mentira tem pernas curta.' Gente olha a profecia; 'Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão' 1 Ts 5.3. Armagedom...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A CEGUEIRA DA VINGANÇA por Pilar Rahola

Nos tribunais do Irã, uma mulher vale a metade de um homem. Ela só pode pedir para cegá-lo de um olho. Mas se pagar 20.000 euros, pode executar a sentença por completo. "Muitas até querem pagar", diz Ameneh.
“Olho por olho e o mundo ficará cego", digo-lhe, recordando a mítica frase de Gandhi. E ela me responde calmamente, olhando-me desde a opacidade das lentes de seus óculos inúteis: "De acordo, os dois cegos". Tenho-a diante, sua jovem vida destroçada para sempre, sua beleza de antigamente, arrancada com ácido, suas esperanças de universitária brilhante, quebradas na obsessão de um enamorado enlouquecido. Olha-me e, sem me ver, vê minha incompreensão, minha distância apesar de minha solidariedade, minha incredulidade. E então me espeta, tirando os óculos que escondem o vazio imenso de sua cegueira: "Se isto é o que ele me fez, poderia ter feito à sua filha e, nesse caso não teria vontade de arrancar-lhe os olhos? Retirar seus olhos", diz ela num incipiente castelhano que fala.
E então continua assegurando que não quer vingança, que as cinco gotas de ácido em cada olho, seriam como um castigo contra o agressor, para que nunca volte a fazer o mesmo a outra jovem, uma vez que no Irã os agressores de mulheres estão muito poucos na prisão, que a única sentença definitiva é a que pediu. "Não vingança", repete, e ensina: as queimaduras do corpo, o único olho de cristal, a outra órbita desaparecida, no buraco negro de sua dor. No tablado da TV3, onde fazemos a entrevista, reina um pesado silêncio. O que devem pensar meus companheiros? Porque nessa sala, escutando a serenidade de Ameneh Bahrami enquanto relata sua petição, tudo parece ter sentido. Se a lei do talião serve para evitar um mal maior, por que não deixá-lo cego? E então conhecemos mais detalhes, os quais mais brutais. Nos tribunais do Irã, uma mulher vale a metade de um homem. Ela só pode pedir para cegá-lo de um olho. Mas se pagar 20.000 euros, pode executar a sentença por completo. "Muitos querem pagar", diz Ameneh, mas não fará falta, porque finalmente o juiz foi muito compreensivo com sua petição e permitirá a execução completa. Se não permitem a ela jogar o ácido ("eu posso, tapando seus olhos, posso"), o fará qualquer voluntário dos muitos que se apresentaram. A família de Majad Moyahedi ofereceu dinheiro a Ameneh para salvar, no mínimo, um olho do agressor, mas ela se mantém inflexível. "Dinheiro não. Retirar os dois olhos". E assim, se nada impedir, em breve será executada a sentença que em 26 de novembro passado determinou o juiz Aziz Mohamandi, na seção 71 do Juizado Penal de Teerã. Antes de receber as gotas de ácido em cada olho, o homem será anestesiado. "Eu não tive essa sorte", acrescenta Ameneh.
Se a palavra tivesse capacidade de mostrar os silêncios, este seria um deles. Respiro e calo. E lentamente vai fluindo uma tentativa de reflexão. A lei do talião bíblico, que inspira a sentença validada pelo tribunal iraniano, não nasceu com este objetivo. Muito pelo contrário, apesar de sua má fama, o olho por olho implicava um prematuro desejo de proporcionalidade, uma vontade inequívoca de acabar com a lei da selva. Se roubou, não o mates, se te tirou um olho, não lhe tire os dois, e assim, por diante, até a lei moderna. Aplicado há mais de dois mil anos, sua finalidade era a justiça. Aplicado em pleno século XXI, sua única finalidade é a vingança. Ou seja, a lei do talião bíblico era civilizada. A que atualmente é aplicada em alguns países islâmicos é bárbara.
Mais além da necessária compreensão com a dor de Ameneh, a chave está em sua dor decida o castigo. Quer dizer, que a vítima seja quem exerça a justiça porque então se acaba o império da lei. O problema, é claro, não está no desejo de Ameneh Bahrami de cegar o agressor, mas numa sociedade enferma que cria as condições para chegar, finalmente, a este brutal resultado: discrimina a mulher, até reduzi-la à metade do valor de um homem; cria milhares de leis que a escravizam; inspira no homem uma convicção inequívoca de poder e prepotência, e quando finalmente se produz uma agressão, permite, sem depuração, a aplicação de um princípio arcaico. O ódio contra o ódio, o ácido contra o ácido, e pelo caminho da vingança, a negação definitiva da civilização. Ameneh não tem olhos. Mas é o Irã que está cego.











* Pilar Rahola é conhecida jornalista, escritora e tem programa na televisão espanhola. Foi vice-prefeita de Barcelona, deputada no Parlamento Europeu e deputada no Parlamento espanhol. Publicado no jornal La Vanguardia (Barcelona), dia 8/3/2009.. Tradução: Szyja Lorber.

sábado, 3 de outubro de 2009

MAS AFINAL OQUÊ AHMADINEJAD ESPERA CONSEGUIR?


Os iranianos esperam a restauração da glória do primeiro império persa, um dos maiores impérios em termos geográficos da história. Esse assombroso império da antiguidade continuou a ser conhecido pelo nome de Pérsia até 1935 d.C., quando seu nome foi mudado para Irã. Na atualidade, o idioma oficial do Irã é o persa moderno ou farsi, uma língua indo-européia escrita com caracteres árabes. Em 1979, o Irã experimentou o que a história denomina de “Revolução Islâmica”. Os muçulmanos xiitas assumiram o controle do país e instauraram a lei sharia. Embora muitos árabes vivam em certas regiões do país, o Irã não é um estado árabe. A relação do Irã com os árabes e o apoio que deles recebe, fundamenta-se na religião islâmica que é comum a esses povos. Ao longo da história do Islã, houve muitas ocasiões em que o Irã demonstrou ser uma poderosa força de oposição aos muçulmanos da Arábia Saudita, os quais controlam os lugares sagrados de Meca e Medina. O Irã também enfrentou oito anos de guerra contra o Iraque, seu vizinho ocidental, na época em que o sunita iraquiano Saddam Hussein estava no poder. Muitos muçulmanos xiitas oriundos do Irã têm povoado territórios ao sul do Iraque e, atualmente, se constituem numa influente força dentro do parlamento iraquiano que foi eleito. O Irã, por tradição histórica, acredita que o território do Iraque lhe pertence, bem como reivindica direito de propriedade de muitos outros países do Oriente Médio (inclusive Israel). Devia ser óbvio que o Irã (principalmente por causa do petróleo) seja, nos dias atuais, um dos mais importantes personagens no cenário político, econômico e militar deste mundo. O regime manda muintos cientistas e alunos para as mais importantes universidades na Europa, inclusive com cooperação no pograma nuclear Francês. Os iranianos são os principais fornecedores de armas para os terroristas islâmicos em todo o Oriente Médio. É possível que a maior parte de seu armamento provenha da Rússia, China e Coréia do Norte. O Estado de Israel se depara com um sério desafio da parte dos líderes do Irã e suas constantes ameaças. Por mais que os E.U.A. através do Obama, tentam negar estas ameaças, elas são declaradas toda vez que Mahmud Ahmadineyad vem a mídia. A América é chamada de 'grande satã' como todos sabem. Bem a pergunta é a seguinte? Se voçê tivesse um inimigo que te ameaçasse de morte, que vai eliminar voçê. Investiga e descobre que ele está possuindo uma arma letal. Voçê continua tranquilo esperando a morte ou se prepara para uma possível retaliação?

A CAPACIDADE DE AHMADINEJAD CUMPRIR SUAS AMEAÇAS.


O Irã comemorou o 30º aniversário da revolução islâmica com o lançamento de um satélite ao espaço. O Ocidente reagiu com preocupação. Em Israel, essa notícia até mesmo teve mais repercussão que os foguetes que voltaram a ser atirados pelo Hamas sobre o Sul do país. Esse não foi o primeiro satélite iraniano no espaço. Em 2005, porém, os iranianos ainda dependiam de tecnologia e ajuda dos russos para lançarem seu satélite. Três anos e quatro meses mais tarde, eles mesmos fabricaram o satélite e o colocaram em órbita com um foguete próprio e sem qualquer ajuda. Esse progresso da República Islâmica do Irã causou certas preocupações no Ocidente. Em Israel foram lembradas as seguintes circunstâncias: não se trata do primeiro satélite iraniano e, mesmo que ele seja utilizado para fins de espionagem, o que mais importa não é o próprio satélite, mas a capacidade de lançamento desenvolvida pelo Irã. O país mostrou agora em 2009 que dispõe de mísseis de longo alcance, que funcionam perfeitamente. Se eles são capazes de transportar satélites, então também podem levar artefatos de destruição. Se pensarmos que o Irã realmente será uma potência nuclear dentre alguns meses, o futuro de Israel não parece muito claro. O mal-estar em Israel não melhorou mesmo depois que altos funcionários dos governos da Rússia, da China, da França, da Grã-Bretanha e da Índia elogiaram a intenção do novo presidente americano de dialogar diretamente com o Irã sobre suas aspirações nucleares. Geoff Morrell, porta-voz do Pentágono, voltou a acentuar após lançamento do satélite iraniano no início de fevereiro de 2009: “Certamente devemos estar preocupados com as constantes tentativas iranianas de desenvolvimento de um programa de mísseis balísticos com alcance cada vez maior”. Em Israel, o major-general Isaac ben-Israel, ex-chefe da Agência Espacial do país, esclareceu a problemática com clareza: “Necessita-se de energia especial e adicional para transportar um satélite de 30 a 50 quilos para o espaço. Como o Irã conseguiu fazê-lo, isso corresponde à capacidade de disparar na atmosfera um míssil balístico com uma bomba atômica de uma tonelada até a Europa”. Portanto, frisou ben-Israel, o que deve preocupar não é o satélite: “Ele é apenas um equipamento. Alarmante é a crescente capacidade de lançamento de mísseis balísticos de longo alcance”. Zvi Kaplan, o atual diretor da Agência Espacial israelense, considera que os relatos iranianos são verdadeiros. A respeito, ele disse ao jornal Jerusalem Post: “Não ficamos surpresos, pois na atual era de informações e tecnologia, considerando que há muitos cientistas iranianos que estudam no exterior, na França por exemplo, eles podem obter esses conhecimentos técnicos com bastante facilidade”. Poucos dias depois o Irã se manifestou. As afirmações divulgadas deveriam fazer o mundo inteiro ficar pensativo, pois o Irã se mostrou fechado ao tom conciliador de Washington. O Irã não reconhece o direito de existência de Israel, razão porque freqüentemente os representantes do país falam apenas do “regime sionista”. Como se percebe, o Irã considera que as relações entre Israel e os EUA são tão estreitas que não se pode separar suas políticas. Agora faço duas perguntas? Se voçê tivesse um inimigo, que todo dia ameaça voçê de morte. Voçê sabendo que ele está adquirindo uma arma letal. Voçê esperaria e dormiria tranquilo? Ou voçê tentaria descobrir que arma é esta e tentaria se defender como puder?

A BUSCA DO IRÃ PARA CUMPRIR AS SUAS AMEAÇAS.


Durante as investigações das últimas semanas foi descoberto que o Iran não está a anos de ser capaz de construir bombas nuclear como se imaginava. Em alguns mêses, e dias.... Enquanto o último relatório da Agência Internacional de Energia Atômica sobre o programa nuclear de Teerã deixa claro, na sua atual taxa de enriquecimento de urânio, o Irã terá uma quantidade suficiente de urânio enriquecido para construir duas bombas atômicas em fevereiro. O que é mais notável sobre o achado da AIEA é que ele vem em um relatório que faz o possível para encobrir o progresso do Irã e intenções. Além disso, a atualização bem-sucedida de Teerã de seus mísseis balísticos de lançadores de satélites tem dado a capacidade de lançar armas nucleares na atmosfera. Isso torna o Irã capaz de lançar um ataque de pulso eletromagnético do mar contra qualquer país. Um ataque EMP pode destruir a grade eletromagnética de um estado e, assim, ter uma economia do século 21, de volta à era pré-industrial. Tal ataque sobre os E.U.A, por exemplo, iria paralisar a economia americana, e paralisar o governo americano, em todos os níveis incapaz de restaurar a ordem ou prevenir fome em massa. Além disso, como E.U.A ex-embaixador na ONU, John Bolton observou esta semana no The Wall Street Journal, mesmo que o Ocidente imponha sanções contra o Irã hoje, não teriam impacto na capacidade das forças armadas iranianas para operar. As únicas pessoas que seriam afetadas por tais sanções são civis iranianos. Finalmente, a discussão de sanções é irrelevante, porque cada movimento que o Irã está fazendo mostra que o regime está determinado a ir à guerra. Seu desvio maciço de recursos para seus programas nuclear e de mísseis balísticos mostra que o regime está absolutamente empenhada em se tornar uma potência nuclear. Seu movimento para construir uma aliança militar aberto com o governo libanês, juntamente com a sua expansão de seus laços militares com a Síria, através do financiamento da venda de aviões russos avançados de Damasco ea proliferação de tecnologia nuclear, mostra que é o desenvolvimento das capacidades dos seus subordinados. Então, também, o relatório desta semana que o esconderijo de armas do Hezbollah no sul do Líbano que explodiu em julho de armas químicas contidas indica que o Irã já está fornecendo proxies seu terror com arsenais não-convencionais para expandir sua capacidade de tomada de guerra contra Israel eo Ocidente. Ao todo, a totalidade dos movimentos do Irã deixar claro que não está interessado em usar seu programa nuclear como moeda de troca para obter todos os tipos de guloseimas do Ocidente. Ele está planejando usar seu programa nuclear como um meio de se tornar uma potência nuclear. E que pretende se tornar uma potência nuclear, porque deseja fazer a guerra contra seus inimigos. E apesar de tudo, a ONU lidera respostas da comunidade internacional aos movimentos de Teerã e deixa muito claro que o mundo não vai tomar medidas eficazes para impedir o Irã de adquirir a capacidade de travar uma guerra nuclear? A cada dia que passa, o Irã aproxima-se da bomba e mais próximo do início da guerra em seus termos. A comunidade internacional não fará nada para se antecipar a esse perigo? Será que o gigante América, está tão adormecido que não acordou ainda em relação oquê os Aiatolás pregam e acreditam? Ou será que Husseim Obama vai deixar para Dimona resolver este poblema e ele só tomar os aplausos politicamente? O fim desta estória veremos...

NÃO APRENDEMOS A LIÇÃO E TEREMOS QUE REPETIR DE ANO OUTRA VEZ.

Se você quiser saber qual é a verdadeira essência do conflito entre palestinos e israelenses, não pergunte aos políticos ou aos diplomatas. Vá falar com os especialistas: as crianças palestinas. Diferentemente do que ocorre na maior parte do mundo, as crianças palestinas prestaram muita atenção ao que seus líderes e mestres lhes ensinaram, e estão dispostas a colocar em prática tudo o que aprenderam. Por exemplo, crianças palestinas entrevistadas pela TV palestina declararam com toda a clareza e sem demonstrar a menor dúvida: que Israel não tem direito de existir, que seu alvo e razão de viver é a destruição de Israel e que estão dispostas a sacrificar suas vidas para expulsar todos os israelenses. As crianças enfatizam sua determinação de continuar lutando, geração após geração, 'até que a Palestina esteja liberta'. Além disso, elas não têm medo de morrer nessa luta, pois ela é 'shahada' morte por Alá. (guerra santa) 'Mesmo que todas as crianças palestinas, todos os jovens palestinos, as mulheres palestinas e os homens palestinos morram, nós não capitularemos!' Portanto, quando as crianças palestinas dizem na TV que querem destruir Israel para libertar 'Tel Aviv, Yaffo, Haifa, Acco e Ramla' e que desejam expulsar os judeus, estamos vendo que elas repetem com exatidão a mensagem que lhes foi incutida pela AP. É alarmante constatar como os anos de doutrinamento anti-israelense foram eficientes. A juventude palestina aprendeu: os judeus não possuem qualquer vínculo com Israel, este país não tem direito à existência e o alvo supremo da próxima geração é eliminar Israel, mesmo que isso custe sua vida. A essência do conflito é o direito de existência de Israel, e não uma questão de fronteiras, de territórios ou de refugiados. Negociações de paz que não alterem o sistema educacional palestino e que não impeçam o doutrinamento continuarão funcionando apenas no papel e estarão, de antemão, condenadas ao fracasso. Os alunos palestinos já aprenderam isso. Nós aqui no Ocidente é que, provavelmente, teremos de repetir o ano outra vez.