sábado, 3 de outubro de 2009

NÃO APRENDEMOS A LIÇÃO E TEREMOS QUE REPETIR DE ANO OUTRA VEZ.

Se você quiser saber qual é a verdadeira essência do conflito entre palestinos e israelenses, não pergunte aos políticos ou aos diplomatas. Vá falar com os especialistas: as crianças palestinas. Diferentemente do que ocorre na maior parte do mundo, as crianças palestinas prestaram muita atenção ao que seus líderes e mestres lhes ensinaram, e estão dispostas a colocar em prática tudo o que aprenderam. Por exemplo, crianças palestinas entrevistadas pela TV palestina declararam com toda a clareza e sem demonstrar a menor dúvida: que Israel não tem direito de existir, que seu alvo e razão de viver é a destruição de Israel e que estão dispostas a sacrificar suas vidas para expulsar todos os israelenses. As crianças enfatizam sua determinação de continuar lutando, geração após geração, 'até que a Palestina esteja liberta'. Além disso, elas não têm medo de morrer nessa luta, pois ela é 'shahada' morte por Alá. (guerra santa) 'Mesmo que todas as crianças palestinas, todos os jovens palestinos, as mulheres palestinas e os homens palestinos morram, nós não capitularemos!' Portanto, quando as crianças palestinas dizem na TV que querem destruir Israel para libertar 'Tel Aviv, Yaffo, Haifa, Acco e Ramla' e que desejam expulsar os judeus, estamos vendo que elas repetem com exatidão a mensagem que lhes foi incutida pela AP. É alarmante constatar como os anos de doutrinamento anti-israelense foram eficientes. A juventude palestina aprendeu: os judeus não possuem qualquer vínculo com Israel, este país não tem direito à existência e o alvo supremo da próxima geração é eliminar Israel, mesmo que isso custe sua vida. A essência do conflito é o direito de existência de Israel, e não uma questão de fronteiras, de territórios ou de refugiados. Negociações de paz que não alterem o sistema educacional palestino e que não impeçam o doutrinamento continuarão funcionando apenas no papel e estarão, de antemão, condenadas ao fracasso. Os alunos palestinos já aprenderam isso. Nós aqui no Ocidente é que, provavelmente, teremos de repetir o ano outra vez.

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