terça-feira, 17 de novembro de 2009

OBAMA'S POLÍTICAS: TUDO POR DINHEIRO, MESMO QUE CUSTE NOSSAS ALMAS.
















Não nos acostumamos ainda com esta Obama's políticas, onde o certo virou errado, onde não sabemos mais quem é direita ou esquerda, republicano, democrata ou mullah? Os então aliados, agora são tropeços que impedem Obama's políticas juntar a Nova Ordem Mundial. Enquanto as tropas americanas combatem heroicamente no Afeganistão e Paquistão, vemos um Husseim Obama debilitado, perdido no seu dever de casa, sua política econômica mal resolvida. Não consegue levantar moral da América, e porquê elevar o contingente das tropas no Afeganistão? Em reunião com Benjamin Netanyahu à portas fechadas, onde o conteúdo da conversa não pode se falar a imprensa, e detalhe, o premiê israelense saiu pelas porta do fundo da Casa Branca. Na visita a Tóquio muito modesta, nem parecia o presidente da imponente América visitando o Imperador. Bem, aí começou a visita a China, discursou totalmente fora do contexto, foi censurado e a opinião pública chinesa entendeu fraqueza da Obama's políticas em querer novo parceiro econômico, detalhe, crescimento econômico da China de 7% para este ano, enquanto a América -0.5 negativos, falou que vai apresentar o novo plano para o Afeganistão. Pasmem, agora depois de 11 meses de governo, ele não tem um plano ainda para contrapor a Alcaida!! E as 42 ogivas atômicas no Paquistão, motivo destes ataque terroristas ultimamente, será que ele têm conhecimento?? Em Riad, pareceu bem claro se curvar ao rei Abdullah, excedeu nos cumprimentos, mas em Londres diante de sua Majestade, mostrou estar fora de sintonia com os históricos aliados da América. Em Washington sua aprovação cai dia após dia, já está na casa dos 50%, e a decepção com esta reforma na saúde é provável. Promessa de campanha, uma aproximação de Washington em suas relações com America Latina. Nada feito até agora, estamos vendo um Obama's políticas ainda mais distante. Enquanto isto o Irã se aproxima cada vez mais e seduz os paises Sul-americanos com seus investimentos, é claro, Hesbollah e Hamas na bagagem, faz parte do acordo. Em novembro de 2008, o Ministro das Relações Exteriores brasileiro Celso Amorim disse que o Brasil considera o desenvolvimento de relações com o Irã uma prioridade da politica externa. Em seguida o Ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki disse: “O Irã considera a America Latina uma prioridade na sua politica externa e o Brasil ocupa uma posiçao especial dentro dela,” A verdade é que entre 2002 e 2007, o volume do comércio Irã-Brasil quadruplicou para $2 bilhões. A sedução dos mullahs não tem limite, e o presidente do Brasil Luis Inacio Lula da Silva anunciou publicamente seu apoio ao programa nuclear iraniano em setembro de 2007. Em março de 2009, o comandante das forças americanas na America Latina, James Stavridis, falou sobre o crescimento das atividades iranianas e do Hesbollah em toda a regiao: “Vemos uma grande atividade do Hesbollah na America do Sul, em especial. A triplice fronteira do Brasil provoca uma preocupação especial, tanto como no Brasil, no Paraguai e na Argentina, assim como na América Latina. Mas nada disto parece sensibilizar a Obama's políticas que continua firme em seu propósito arrogante de ignorar a América Latina e seus aliados.

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